Veja quando começa e quem poderá sacar R$ 1.045,00 do FGTS

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Para amenizar a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, o governo federal, em parceria com a equipe econômica do executivo, têm anunciado medidas financeira emergenciais e de auxílio ao cidadão.

Já está sendo providenciado saque imediato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) àqueles que trabalham ou já trabalharam de carteira assinada. Em março foi anunciado medida provisória (MP) nº 946/2020, a iniciativa deverá ter seu calendário anunciado já na próxima semana.

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Saque Emergencial do FGTS
Com poucas informações oficiais, foram anunciadas, por enquanto, as datas de início e encerramento dos saques, previstas para 15 de junho e 31 de dezembro, respectivamente, além do valor máximo dos resgates, estipulado em R$ 1.045,00 (um salário mínimo) por conta.

Os trabalhadores formais e com saldo disponível poderão sacar as quantias em contas ativas (empregos atuais) e inativas (empregos antigos).

De acordo com o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, em coletiva no último mês de março, parte da verba para os pagamentos virá do já extinto Fundo do PIS/Pasep. A transferência, prevista para acontecer a partir de 31 de maio, será no valor de R$ 22,5 bilhões, até então represados e destinados aos beneficiários para as chamadas “Cotas do PIS”.

As cotas do Fundo do PIS/Pasep não devem ser confundidas com o abono salarial do PIS/Pasep, pago anualmente aos trabalhadores que se enquadram nas regras de concessão, como ter trabalhado formalmente por no mínimo 30 dias e ter recebido como até dois salários mínimos como média de rendimento mensal.

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Sobre Os Atrasados do PIS/Pasep
Desde agosto de 2019, por meio da MP 889/2019, o governo federal liberou os resgates do retroativo do PIS/Pasep para quem trabalhou de carteira assinada entre os anos de 1971 e 1988, mas que ainda não retiraram os valores.

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Quando poderá sacar R$ 1.045,00 do FGTS sem um limite pré-determinado, as quantias ficarão disponíveis para saque até final de 2025. A partir daí, o quantitativo passará a fazer parte da União. Filhos ou dependentes de beneficiários já falecidos podem ter acesso ao dinheiro caso apresentem a documentação exigida pela Caixa Econômica Federal, instituição responsável pelos repasses.

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